Segundo a Folha de São Paulo, de 22 de janeiro de 2004, baseado em pesquisas, acredita-se que em 2025, São Paulo terá praticamente parado de crescer. Estará também mais velha. Serão necessárias menos escolas, mas a pressão sobre os serviços de saúde crescerá. O número de pessoas com mais de 50 anos mais do que dobrará, chegando a 3.685.716 de paulistanos, um aumento de 101,8%, contra o 1.826.017 atual. A população idosa, a partir dos 60 anos, aumentará mais ainda, 123,1%, passando dos 2 milhões de pessoas. Enquanto isso, a parcela de jovens e adultos encolherá. Os paulistanos serão 11,3 milhões, contra os 10,4 milhões contabilizados no censo de 2000, e as taxas de crescimento anual da população tenderão a zero. De 2020 a 2025, será de apenas 0,16%.
O cenário foi projetado pela Fundação Seade (Sistema Estadual de Análise de Dados) por ocasião do aniversário de 450 anos da capital paulista e serve de alerta para que os executores de políticas públicas se preparem.
A atenção ao idoso demandará profissionais preparados e uma rede ampla de centros de saúde especializados, de lazer e de unidades de cuidados diários, além de oferta garantida de remédios de uso contínuo. Tudo que São Paulo ainda não tem.
O alerta sobre o desafio do envelhecimento na América Latina e no Caribe já foi feito pelas Nações Unidas, preocupadas especialmente com a velocidade esperada do aumento do número de idosos na região -será duas vezes maior do que em outras áreas.
Segundo o Jornal Folha de São Paulo, de 29 de maio de 2009, São Paulo está entre as piores cidades do Estado para idosos. A Capital fica em 503º lugar entre 645 municípios. Infelizmente, os governantes ainda não se deram conta do que está acontecendo.
Preocupado com tudo isso, o Vereador Natalini, tem dedicado uma boa parte do seu mandato ao Segmento Idoso. Como médico, acredita que é muito importante cuidar da saúde das pessoas, quanto mais investir em prevenção, certamente os gastos públicos na área da saúde serão bem menores. No primeiro momento será importante investir no idoso, gerar qualidade de vida para essas pessoas, investindo-se nas áreas de esporte, lazer, transporte, habitação, assistência social, subprefeituras, verde e meio ambiente, entre outras, num segundo momento o importante será tratar do envelhecimento ativo, desde o momento em que nasce, até o seu envelhecimento, com isso certamente os gastos com as curas das doenças serão muito menores. É extremamente importante investir em saúde, para não gastar com as doenças. As pessoas precisam envelhecer, mas com qualidade de vida.
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